sábado, 29 de agosto de 2009
Mulher também faz xixi em pé
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Conversas na Webcam
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Cantores de chuveiro

Conversando com um amigo, surgiu o assunto “cantar no chuveiro.”
Foi quando algumas dúvidas me assaltaram.
Por que homem canta no chuveiro? Posso estar enganada, mas nunca ouvi mulher soltar a voz nesse recinto. Quem souber, por favor, me avise.
E qual seria o estilo de música mais legal pra cantar no chuveiro?
As campeãs são: Hino do time de futebol (principalmente quando o time do vizinho perdeu para o seu) Que maldade!, ópera (dá para gritar bastante), Travessia de Milton Nascimento e todas as músicas que provocam reverberação no ambiente. Chitãozinho e Xororó e outras do gênero. Quanto mais gritada, melhor.
Qual o motivo de se cantar no chuveiro? Pura catarse, alegria, curtição, bom humor. Felicidade com ausência de platéia. Nem todos possuem a desinibição necessária pra cantar em público.
O negócio é só cantar, ouvir a própria voz ecoando. Dispensa aplauso no final.
Tá, não tem platéia, mas a vizinhança e a família ouvem, portanto, existem vítimas auditivas de seu talento musical. E daí, como fica?
Cantor afinado, todos apreciam e cantam junto, mesmo que baixinho e você pode até receber elogios.
Cantor desafinado, ninguém fala nada e torce pelo fim do banho. Tem os que fecham janelas e portas e aproveitam para sair de casa. O cachorro uiva, o gato se esconde dentro do guarda roupa.
A parte técnica da cantoria:
Microfone é o frasco de xampu, chuveirinho, aparelho barbeador, tudo que der para segurar na mão.
Fazendo a voz tremular no refrão, abre a boca embaixo do chuveiro, enche de água e gargareja no tom certo.
O aquecimento da voz começa logo depois de trancar a porta. Ao abrir a ducha vem a escala de sete notas (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si ) "mi mi mi mi mi mi mi" e "lá lá lá lá lá lá lá".
Batem na porta: 5 minutos para subir no palco!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Atração fatal
Teclado atrai migalha de biscoito, de preferência nas fendas, entre as teclas.
Tapetes e carpetes atraem pêlos de gatos e cachorros.
Piso branco atrai pegadas de barro e riscos de salto de sapato.
Espelho atrai respingos de pasta de dente e digitais.
Cachorro atrai pulgas, carrapatos e gato do vizinho.
Carro lavado atrai poça de água e chuva.
Toalha de mesa limpa atrai molho que mancha.
Calça comprida de linho atrai café, vinho tinto, suco de uva.
Salto agulha atrai buraco no chão.
Luminária sobre a mesa do PC atrai mãos em movimento.
Xampu no cabelo, chuveiro ligado com você embaixo, corpo ensaboado atrai campainha e ligação telefônica.
Não ser fumante atrai fumaça de cigarro.
Carro em movimento atrai motos, pedestres, crianças e cachorros.
Computador ligado e conectado atrai blogueiros, orkuteiros, chateiros e Messengeiros.
domingo, 16 de agosto de 2009
Caligrafia

Como está sua caligrafia, ainda sabe escrever com lápis e caneta?
Hoje levei um susto quando vi minha letra, ou melhor, meu garrancho.
Depois que inventaram o teclado não se escreve mais à mão, só pequenas anotações, aqui e ali.
Por falta de treino perdemos o jeito. A mão fica dura, a letra sai meio rabiscada, o traçado uniforme com curvas, desaparece.
Na escola escrevia-se tudo à mão, cadernos e mais cadernos Na faculdade também porque tínhamos de anotar o que o professor falava, já que só uns 20% do conteúdo era escrito no quadro. Na pressa a letra ficava horrível, com muitas abreviações. Tudo isso para se ganhar tempo e não perder a explicação. Verdadeiros hieróglifos, dignos de legenda no roda pé.
Redações, no colégio pediam muitas. Na faculdade, ao que me lembro, somente no primeiro ano.
Todos os trabalhos eram e ainda são digitados, muitas vezes copiados e colados da internet pelos preguiçosos.
Não cheguei a tanto. Peguei um caderno comum e comecei a escrever o abecedário com maiúsculas e minúsculas. Ria de mim mesma. Uma página, duas, três.....oito. A mão doía, como se estivesse numa aula de ginástica localizada. As letras emendadas, as chamadas “cursivas”, no início foi um desastre, mas lá pelo final da primeira página começou a melhorar. Letras mais redondas, mais bem desenhadas.
Treinei até minha assinatura, porque já estava diferente com receio de que dia desses o banco não aceitaria meu cheque, alegando assinatura incompatível Seria, no mínimo constrangedor.
Teclado, digitação vieram para ficar, mas o manuscrito, de tempos em tempos temos que praticar, no caderno, igual criança. Tempos modernos, mas nem tanto.
Cartões de crédito

Tudo começa numa bela manhã ensolarada. Seu telefone toca às 7h da madrugada de sábado. É o telemarketing de uma administradora de cartões de crédito.
O pessoal do "estarei enviando", já se sabe quem é (ainda mato um)
Oferecem-te o cartão, falam dos benefícios, facilidades, te cercam por todos os lados e você diz que não quer.
E não te perguntam por que, afinal de contas, um ser humano normal não pode viver sem cartão de crédito. Pois é, onde já se viu uma coisa dessas?
Depois de muita conversa você consegue desligar e continuar sem o cartão. Vitória! Um a zero pra você.
A essas alturas já perdeu o sono e está com uma raivinha básica, mas tudo bem.
Mas, pra seu desespero, eles não desistem. Te ligam após 30 dias com a mesma ladainha.
De um jeito ou de outro, você acaba com o cartão de crédito na mão, porque seu banco reuniu débito e crédito num só. Danou-se!
Você jura, reza, faz até promessa de não usar e que será só um enfeite douradinho no seu cartão do banco.
Esqueci de dizer que quem acaba quebrando a promessa são as mulheres. Os homens nem querem saber só usam prá pagar o combustível e fim de papo.
Daí a moçoila desavisada descobre que a administradora do cartão de crédito lhe deu um limite de R$ 20.000,00.
Caramba posso gastar até esse valor, pensa a desavisada consumidora. E vai às compras sem imaginar a encrenca em que está se metendo.
E no shopping mais próximo faz aquele estrago em nome da vaidade. Torra tudo num dia sem lembrar que só ganha um salário de um mil reais.
Quando a fatura chega, adivinhe o que ela faz?
Primeiro cai sentada de susto com o que tem a pagar; um ano de seu salário está comprometido.
Então, ela vê que pode pagar só um pouquinho de cada vez, dividir a fatura em vinte vezes, com todos os juros possíveis. O jeito é se acalmar e tentar pagar.
Bom, ninguém a avisou que o limite do cartão não significava que tinha ganho aquele dinheiro como prêmio por bom comportamento. Era só um valor que o banco "supôs" que ela saberia administrar sem falir. Quando descobre, já é tarde.
O resumo da ópera é que vai pagar prestações com juros exorbitantes por muito tempo. Mas continua gastando, cartão foi feito pra isso mesmo, é o dinheiro de plástico.
Cartão de crédito deveria vir com manual de instruções: Não gaste mais do que ganha, não pague o valor mínimo da fatura, use só em caso de extrema necessidade como uma grande emergência.
Renovar o guarda roupa, redecorar a casa, viajar todo final de semana, ir a restaurantes caros todo dia, não está no pacote de emergências, ok ?
Já ouvi mulher dizer que não sai sem cartão de casa porque se sente desnuda, insegura. Não tem desculpa melhor que essa, Freud explica.
sábado, 15 de agosto de 2009
Seca

quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Gripe do momento

segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Constrangimento

Inspiração e a falta que ela me faz

quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Pratique o desapego

segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Excesso de vaidade
