
sábado, 26 de setembro de 2009
Reforma do banheiro - capítulo 3

sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Reforma do banheiro - capítulo 2

quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Reforma do banheiro - capítulo 1


quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Casa Cor MS
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Protesto não é hereditário
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Amizade
VERA
Questionada durante uma semana, Vera respondeu com inteligência, sinceridade e bom humor às perguntas formuladas por seus amigos da MI.
Nascida em São Paulo. A entrevistada mudou-se com a família para Campo Grande, MS, com 23 anos, onde vive até hoje na casa que foi de seus pais, precocemente falecidos.
Assumiu o controle de sua vida muito cedo. Perdeu a mãe com apenas 7 anos. Passou a maior parte da vida com os avós e o pai , que também foi embora já faz um tempo. Estudou Turismo, curso que diz “ter devorado”, animada que foi por uma viagem às montanhas andinas. Confessou que seria psicóloga, tal seu encantamento pelo convívio e possibilidade de ajudar com o bem-estar das pessoas.
Vera nunca se casou. Opção pessoal, segundo ela, e não pretende fazê-lo, entretanto isso não a torna uma mulher que se opõe ao casamento. Apenas não o deseja para si, da mesma forma como não quer filhos, mesmo adorando crianças.
Divide seu espaço com seus animais de estimação; Godiva, uma labradora linda e carinhosa faz companhia a Vera e cuida da segurança da casa. Até hoje lamenta a perda de Bob, um poodle, que teve de ser sacrificado por doença incurável.
No amor ela acredita, sim. Seu coração está muito bem habitado por Paulo Henrique, seu namorado a quase um ano. Encontro e encanto no mundo virtual, já passando para o mundo real. Perguntada se acredita em relacionamentos virtuais a resposta foi das mais positivas. Além dela cita o exemplo de um outro caso que redundou emcasamento e muita felicidade. Diz não ser ciumenta, que vive e deixa viver, mas que uma pequena dose de ciúmes considera normal.
Vaidosa e bonita, sua receita de beleza é boa alimentação, dormir 8 horas por dia e cultivar alguns hábitos simples, como cuidar da pele e dos cabelos, vestir-se de forma elegante, sem exageros. Enfatiza que o bom-humor é fundamental e que procura evitar pessoas de mal com a vida, as grosseiras, as mentirosas e as arrogantes. Respeito , confiança são básicos para ela. Positiva procura sempre o melhor ângulo para olhar a vida, pois acredita que no final tudo dará certo. Odeia discussões inócuas e evita o estresse a qualquer custo.
Uma mulher de bem com a vida, comunicativa , organizada, responsável por seus atos e muito curiosa. É assim que ela mesma se define. Leitora assídua e internauta convicta, mantém um blogger onde posta seus escritos, crônicas bem-humoradas que abordam situações hilárias além de curiosidades do cotidiano das pessoas . Diz que escreve desde a infância, mas só agora começou a publicar seus textos. Segundo ela, seus cadernos onde registrou seus primeiros sentimentos de mulher, seus amores de juventude, ficaram perdidos pelo caminho
Observadora, curiosa e sincera, diz planejar muito bem sua velhice, aonde quer chegar com sabedoria e muita experiência, sem, contudo passar por cirurgias plásticas que considera invasivas demais. Prefere uma bagagem bem grande de conhecimentos.
Sobre os relacionamentos amorosos , que tanto têm afetado homens e mulheres do nosso mundo moderno, sua opinião é de que devem ficar no âmbito pessoal, ou seja, cada um reage de forma diferente quando um amor acaba, mas aconselha que , nestes casos, deve-se esgotar tudo que se têm dentro do peito, fazer uma faxina interior, reorganizar as idéias e tocar a vida pra frente. Nada de ficar remoendo mágoas, pois cada um é responsável por se fazer feliz, ninguém mais. Quando algo termina vem um novo recomeço, uma nova fase, diz Vera.
Confessa, ainda que, além de temer o bisturi, não dirige à noite sozinha numa BR, que foge de bichos peçonhentos e de ratos, que já “levou fora” de namorados e que paga mico de vez em quando. Entre as suas manias está a de ser muito organizada. Sua maior descoberta é a de que não é preciso casar-se para ser feliz, pois a felicidade está dentro das pessoas e independe de outro para existir. Podemos ser felizes com qualquer estado civil, diz a entrevistada.
Deu sua opinião sobre sexo no primeiro encontro, colocando isso também no âmbito das decisões pessoais. Para ela só o entendimento entre os dois pode determinar isso.
Da política no Brasil atual foi bastante incisiva “implodiria o Senado, o Gabinete da presidência com todos dentro”. Depois iria em busca de pessoas corretas, de caráter e honestas para entregar a tarefa de administrar as verbas públicas, que seriam , em primeiro lugar, destinadas lautamente `educação, à saúde e a segurança, após a devida redução de impostos que hoje são cobrados da população.
De sua relação com a espiritualidade, Vera confessa seu bom relacionamento com Deus, em quem acredita “ser um cara muito legal”, feito de bondade e amor. Que quando deseja alguma coisa, determina seus objetivos, joga para o universo e tudo acaba acontecendo de forma favorável. Para ela, a vida é a maior experiência que se pode ter com Deus.
Eis aqui um exemplo claro do que se pode chamar de uma MULHER INDEPENDENTE.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Crônicas de Motel - III

- Bijuterias e jóias (colar, gargantilha, anel, brinco, tiara, tornozeleira)
- Relógios masculino e feminino
- Aliança de ouro (o que dizem quando chegam em casa sem ela no dedo???)
- Celulares (de todas as marcas e modelos)
- Shampoo, nacional e importado (de perder a conta)
- Perfumes
- Cremes hidratantes, loções, óleos e lubrificantes íntimos (todos de marcas renomadas)
- Escova e pente de cabelo
- Nécessaires
- Cinta liga (a dona é desligada)
- Lingeries sexys (espartilho, sutiã, fio dental masculino e feminino)
- Cinturão para acoplar pênis de borracha (acessório gay feminino)
- Echarpes
- Panela de latão e cobre usada em decoração que o hóspede levou (pra que serve uma panela no motel?)
- Chicote de couro (acessório sadomasoquista, tem quem goste)
- Óculos escuros
- Fantasias das mais variadas (colegial, enfermeira, etc)
- Máscaras (da Tiazinha, de gatinho, coelho)
- CDs, DVDs
- Jaquetas, camisetas, casacos. (o calor foi tanto que deixaram a roupa pra trás)
- Fivelas para cabelo (centenas)
- Velas coloridas com e sem perfume
- Um exemplar do Kamasutra (faz sentido, puseram em prática)
Crônicas de Motel - II

Crônicas de Motel - I
